quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Capitulo 1 – O começo de tudo

Quando acordei achei que seria um dia comum, e fiz tudo o que costumava fazer, me levantei, tomei meu banho e meu café, fui à escola que foi um saco, como sempre, e quando chego em casa tenho a péssima notícia de que teria que sair de minha linda e sempre ensolarada Flórida para ir morar em uma cidade chata e completamente diferente chamada Forks, morar com minha mãe e o novo marido dela, Carlisle, e os filhos dele, Alice, Emmett e Edward.
O Emmett e a Alice sempre foram muito legais comigo, ao contrario de Edward, que sempre fez de tudo para tornar as três semanas que eu passei em sua casa, um inferno!

-Mas pai eu não quero ir, lá é muito chato e não tem nada pra fazer e, além do mais, eu não gosto do Edward, e você sabe disso, eu te disse isso quando voltei de lá daquelas insuportáveis três semanas, mas, mesmo assim você ainda quer me anda pra lá?! -eu disse. Eu ainda me lembrava do primeiro dia que o conheci, eu tinha uns dez anos mais ou menos.

Flash back on

-Olá, meu nome é Isabella, mas podem me chamar de Bella -eu disse, sorrindo amarelo. Eu desejava que tudo acabasse logo para eu voltar para minha casa na Flórida.

-Oi, meu nome é Emmett, mas como eu sei que o meu nome é meio estranho, você pode me chamar de Emm mesmo –disse um garoto grande, um tanto musculoso para a sua idade, os cabelos dele eram encaracolados e pretos. Tirando o fato dele ser bastante assustador, ele era bastante simpático.

-Oi meu nome é Alice, mas você pode me chamar de Ali, Al ou Lice, o que preferir. Eu to sentindo que nós seremos grandes amigas! –disse uma menina baixa, que mais parecia uma fadinha. Ela era bem magra, com feições pequenas. Os cabelos dela eram totalmente pretos e batiam no meio de suas costas.

-Edward, se apresente também, não seja mal educado –repreendeu Carlisle ao garoto que estava atrás dele.

-Oi meu nome é Edward. Não Ed, muito menos Edizinho ou coisas do gênero, só Edward mesmo –disse o lindo garoto com cabelos cor de bronze, meio bagunçados. Ele parecia ser mais jovem do que o grandalhão, e também era mais magro. Ele era muito bonito, mas, em seu rosto, não havia nenhuma expressão, o que me incomodou bastante.

Nessas três semanas que fiquei lá, eu me tornei muito amiga de Alice e Emmett, menos de Edward, ou melhor, Edizinho. Aquele garoto me dava nos nervos. Argh!

Passei duas semanas e meia lá, e não consegui fazer amizade com ele, não que eu quisesse, mas minha mãe me obrigava. Porem ele não dirigia a palavra a mim, nem para dar um bom-dia, e eu não entendia o porquê, não por que eu gostava dele, mas por que era irritante você falar com uma pessoa e não receber a resposta. Era como falar com um porta, apesar de que, se eu falasse com uma porta, era muito mais provável de eu receber uma resposta. E era por isso que eu sempre preferi a companhia de seus irmãos, Emmett e Alice, que eram uns fofos comigo.

Mas, me ignorar, não era o bastante para ele, ele tinha que decapitar todas as minhas bonecas... eu meio que fique traumatizada ao ver as cabeças das minhas bonecas penduradas na janela, todas enfileiradas, e os corpos sem cabeça delas jogados no chão em volta da minha cama e, ale,m de tudo o eu ele fez com as minha bonecas, ele ainda desfigurou o Sr. Amado.

Eu fiquei um dia inteiro chorando, eu sei que eu não tenho provas de que fora ele, mas, eu sei que foi, eu podia sentir que foi!

Quando finalmente chegou à hora de ir embora, todos se despediram de mim até Edward, que só falou comigo quando cheguei, por que fora obrigado, e agora quando eu estou partido, mas eu não estava nem ai pra ele, o que importa é que eu estou saindo desse fim de mundo que se chama Forks.

Flash back off

-Você vai sim, e eu não quero mais tocar nesse assunto! –ele disse e então eu fui direto pro meu quarto.

Eu chorei a noite inteira, eu não queria deixar essa cidade, tudo que eu tenho e gosto está aqui, meus amigos e o mais importante, meu lindo carro que acabei de comprar, uma Mercedes Guardian azul marinho linda! Quando eu consigo que meu pai comprasse meu carro novo eu tenho que ir me mudar. Que saco!

Eu soube no primeiro instante quando minha mãe decidiu que iria morar em Forks, que minha vida se tornaria um inferno!
Quando consegui dormir já eram uma da manhã, e meu avião sairia as 06:00. E eu ainda tinha que arrumar minhas malas. Acordei exausta já eram cinco da manhã e já estava meio atrasada, então eu me levantei correndo, e fui tomar um banho. Quando acabei, fui arrumar minhas malas. Depois de umas meia hora, mais ou menos, eu acabei de arrumar minhas malas e já eram 05:40. Então desci para preparar o café, já que já estava quase na hora do meu vôo e meu pai havia dispensado a empregada. Eu fiz tudo correndo. Assim que eu acabei, meu pai já estava sentado em frente à mesa de jantar.

-Bom dia Bella –disse ele com um sorriso no rosto –Dormiu bem?

-Não –respondi curta e grossa –Eu ainda não me costumei com a idéia de deixar tudo pra trás. Meus amigos, minha escola e meu carro, meu lindo, maravilhoso, perfeito, exuberante e novo carro!- eu disse com a voz quase inaudível.

-Mas eu poso resolver um de seus problemas... –disse meu pai me olhando risonho -...eu posso mandar o carro pra lá... –eu o cortei antes que ele terminasse.

-É serio pai! Pai eu já disse que te amo?! Se não disse, te digo agora. Eu te amo MUITO pai muito –mas ele continuou e disse:

-Eu só mandarei o carro se você se comportar direito e obedecer a sua mãe e a Carlisle, depois de algumas semanas, quando eu ligar, eu não quero saber de discussões suas com Edward, muito menos com Carlisle, se eu não ouvir nenhuma reclamação sua, eu mando o carro pra você.

-Mas pai... você sabe que tudo o que eu faço é para me defender, se eu fizer alguma coisa como Edzinho, com certeza, foi por que ele me fez algo primeiro! –rebati, me defendendo.

-Eu não quero saber de brigas nem de discussões entre você e o Edzinho –com essa, eu tive que rir –Digo, com Edward. E, vamos logo por que se não formos agora você vai perder o avião –ele terminou, se levantando.

Ele tinha que lembrar que eu tinha que ir para aquele fim de mundo que nem deve existir no mapa.

Nós fomos em silêncio até o aeroporto. Chegamos lá e faltavam cinco minutos para o avião partir e começaram as despedidas.

-Bella eu sei que você não gosta de Forks, mas, isso é para o seu bem, e eu não quero que você vá embora com raiva de mim. –disse, ele já com lagrimas nos olhos.

-Eu sei disso pai e, por incrível que pareça, eu não estou com raiva de você, além do mais, eu sei que você vai mandar meu carro pra lá daqui á um mês, não é?! -eu disse, também quase chorando.

-Não, eu acho que você não estendeu, eu só vou mandar seu carro se você se comportar.

-Da na mesma. Tchau pai até um dia! -eu disse indo em direção ao portão de embarque, já com lagrimas nos olhos.

Mas, quando eu estava há alguns paços dos portões, eu me virei, e fui correndo em direção ao meu pai, que já chora. Assim que eu cheguei bem perto dele, eu larguei minhas malas em qualquer lugar, e o abracei bem apertado.

-Eu te amo pai, e eu vou sentir muito a sua falta. –eu disse, chorando.

-Eu também vou minha princesa. E, nunca se esqueça que eu te amo, e tudo o que eu fiz ou o que eu faço é para o seu bem –respondeu ele, tentando, inutilmente, conter o choro.

-Eu nunca vou me esquecer –eu sequei as lágrimas que caiam de seus rosto que não aparentava a real idade que ele tinha.

-Eu acho melhor você ir Bella, ou se não você vai acabar perdendo o vôo. –disse ele, enquanto continuava tentando conter as lágrimas que ainda teimavam em cair.

-Ahh pai, você descobriu meu plano –brinquei, na tentativa de quebrar o clima de despedida que se formou e também, tentando esconder minha profunda tristeza.

Ele sorriu fracamente, pegou minhas malas que eu avia, praticamente, jogado no chão, e me levou até os portões de embarque.

-Se cuida Bella, e manda um beijo para a sua mãe e um abraço para Carlisle –disse ele, assim que nós chegamos em frente aos portões e me entregou minhas malas.

-Tudo bem, eu digo, e, antes que eu me esqueça, vê se arruma uma namorada pai, você é muito novo para ficar sozinho.

-Tudo bem, eu vou tentar, mas, eu não prometo. Fazer o que, eu sou um solteiro bonitão, eu não poço me prender a uma só mulher.

-Tudo bem... tchau pai, até algum dia –eu disse, virando de costas, e fui em direção ao avião.

Depois que eu entrei no avião, e coloquei minhas malas no devido lugar, eu me sentei e liguei meu Ipod, e comecei a ouvir Leave Out All The Rest do Linkin Park e acabei pegando no sono.

Eu não havia dormido muito bem a noite passada, então aproveitei para dormir por toda a viagem, e só acordei quando o avião pousou.

Depois que eu me espreguicei, eu peguei minhas malas, desci do avião, e fui caminhando em direção ao inferno gelado.
Para vocês terem uma noção, a “minha” nova cidade era tão caipira, que nem um aeroporto tinha. As pessoas tinham que se deslocar até a cidade mais próxima para poderem viajar de avião.

Assim que eu cheguei no salão de espera do aeroporto de Port Angeles, Alice veio correndo em minha direção me abraçando, e nós quase caímos no chão. Ela começou a pular igual a uma criança quando ganhou seu primeiro brinquedo!

-Alice pare com isso, já estão todos olhando pra gente!- eu disse sorrindo pela sua recepção.

-Á deixa-os olharem, eu não to nem ai, vai me dizer que eles também não tem saudades de alguém que eles amam e que já não vem a sete anos? –disse ela, que, graças a Deus, parou de pular e me soltou.
Logo depois todos chegaram e começou tudo de novo, menos os pulinhos, até Edward me deu boas vindas com um sorriso meio estranho no rosto, era a mistura de ansiedade e outro sentimento que eu não conseguia distinguir.

Todos eles parecia, diferente, ou melhor, quase todos, bom, na verdade só o Edward mesmo, mas, mesmo assim, ele não mudara tanto. A única diferença nele, era o fato dele estar me tratando “bem”.

Alice, que só agora eu percebi, avia cortado seus cabelos. Agora ele estava na altura dos ombros e apontado para todas as direções. Bom, essa fora a única coisa que havia mudado nela, fora isso, ela continuava a mesma baixinha de sempre.

Emmett, praticamente continuava o mesmo, ele só havia crescido, muito, diga-se de passagem. Se eu já o achava musculoso quando ele tinha onze para doze anos, agora, quando ele está com dezoito para dezenove anos... ele mais parece um levantador de peso profissional. “Nota mental: Nunca ficar sozinha com Emmett”

Nós fomos todos em direção ao estacionamento, porem eu teria que ir com Edward, pois não cabíamos todos no carro de Carlisle, quando chegamos ao carro de Edward fiquei paralisada, o carro dele era lindo, [i]“Como o dono”[/i] pensei, mais o que está havendo comigo? [i]“Eu devo estar ficando é louca!”[/i]

Ele percebeu que eu comecei a encarar o carro e perguntou:

-Você gostou? Ele é novo, o comprei há dois dias, e você será a primeira pessoa a andar nele –ele disse me olhando e sorrindo, com um sorriso torto lindo e muito charmoso, mas eu não deveria pensar assim.
-Eu devo estar louca mesmo muito louca, to até falando sozinha! -eu disse bem baixinho, mas ele conseguiu ouvir, eu não sei como, mas ele conseguiu ouvir e perguntou:

-Falando sozinha Bella? -ele me olhou, ou será que encarou é a palavra certa? Ele praticamente me comia com os olhos.
[i]“Ok, você está vendo coisas Swan, você está vendo coisas”[/i]

-Não –eu disse, corando. –Eu só estava pensando, que você é... que você tem um gosto muito bom... quero dizer, para carros

-Ah... eu sei que eu tenho um bom gosto, em todos os sentidos, é claro –ele disse presunçoso. Revirei os olhos.

Chegamos ao carro e ele colocou minhas malas no porta-malas, mas antes abriu a porta do carro para mim.

-Eu não estou com as mãos quebradas, e eu posso muito bem abrir a porta de um carro sozinha. –eu disse, rabugenta.

-Tudo bem Srta. Rabugenta e mal agradecida –rebateu ele, assim que entrou no carro.

Nós passamos a viagem toda em silencio. Edward as vezes sorria torto, provavelmente por causa de algum pensamento que eu, com certeza, não queria nem saber. Não sei por que, quando ele sorria torto, meu coração começava a pular no meu peito “Que coisa estranha” pensei.

-Por que você veio para Forks Isabella? –perguntou ele, quebrando o silêncio.

-Por que meu pai acha que eu tenho que passar mais tempo com minha mãe –respondi, alheia.

-E, por quanto tempo você pretende ficar aqui? –perguntou ele, novamente.

-Eu não sei, mas, se depender de mim não vai ser por muito tempo –respondi, dando de ombros.

Ele riu.

-O que foi?

-Nada –respondeu ele, tentando prender o riso.

-Não parece ser nada –retruquei. Puxa, custava ele responder? Eu estava curiosa.

-Nada, era que eu estava me lembrando de algumas coisas –respondeu ele, sorrindo torto.

-Que tipo de coisas? –eu perguntei novamente. Que foi? Eu realmente estava curiosa.

-Você é fofoqueira em... –comentou ele.

-Ai, fala logo –eu disse, ou melhor, gritei. Por quanto tempo mais ele ia me torturar com aquilo?

Ele riu alto e disse:

-Bom, eu estava me lembrando das três semanas que você passou aqui em forks –respondeu ele, rindo ainda mais alto, se isso fosse possível.

-Ahh sim, as três semanas que, por si próprias já eram um horror, mas que você fez questão de piora-las ainda mais?

-Ah Swan, elas não foram tão ruim assim.

-Só se for para você, por que, pra mim, elas foram pior do que um horror, elas foram um inferno!

-Nossa, como você é dramática –repreendeu ele.

-Eu não sou dramática –eu o respondi, encarando a janela –Parece que eu acabei de perder meu carro –sussurrei para mim mesma.

-O que você disse?

-Nada que valha a pena ser repetido.

Depois disso, nós ficamos em silencio, até chegarmos a minha nova casa.

Quando nós chegamos, ele saiu do carro, abriu a porta pra mim, e fora em direção ao porta-malas do carro, para pegar minha bagagem. Então eu fui atrás dele, para ver se ele precisava de ajuda.

-Toma –ele disse, me entregando minhas malas. -Como você mesma disse, suas mãos não estão quebradas, então, você pode muito bem carregar SUAS malas –terminou ele, enfatizando a palavra ‘suas’.

-Cadê o cavalheirismo? Ele morreu? –perguntei, irônica.

-É, ele morreu, e, sabe como? Com a sua grosseria mais cedo –respondeu ele colocando minhas malas no chão, e fechando o porta-malas.

-ARGH! –bufei e, a contra gosto, peguei minhas malas e fui em direção a casa.

-Será que você poderia, pelo menos, abrir a porta pra mim? –perguntei, raivosa.

-Pra que? Você não precisa da minha ajuda –ironizou.

-ABRE LOGO ESSA PORTA EDWARD –gritei.

-Tudo bem, tudo bem –respondeu ele, se rendendo e abriu a porta pra mim.

Assim que eu pus meus pés na sala, eu larguei minhas malas em qualquer lugar, e me joguei no sofá mais próximo a mim.

-Parece que não vai demorar muito para você se adaptar com Forks –disse Edward, fechando a porta.

-Meu problema não é com Forks, especificamente –eu disse, fechando meus olhos.

-Já que o seu problema não é com Forks, é com o que? –perguntou.

-Com você –respondi.

Ele ficou calado por um tempo, mas logo falou:

-Por que comigo? –sua voz parecia estar muito perto, então, quando eu abri meus olhos, eu me assustei ao ver seu rosto a centímetros do meu. Eu não sei por que, mas meu coração acelerou ao sentir seu hálito de menta em meu rosto e a sua boca tão próxima a minha.

-Ér... é que... você me tratou... muito mal da... ultima vez –respondi, com um pouco de dificuldade, pois ele ainda mantinha o rosto a centímetros do meu.

-Ah, então você ficou traumatizada?

-Não e... será que você poderia sair de cima de mim?

-Ah... claro, desculpa –disse ele, saindo de cima de mim. Suas bochechas estavam começando a ficar vermelhas.
-Edward, cadê todo mundo, já não era para eles terem chegado? –perguntei, mudando de assunto e me levantando.

-Eles devem demorar um pouco, eles estão com a Alice –assim que ele citou o nome de Alice, eu estendi o que ele quis dizer.

-Eu vou pro meu quarto... será que você poderia me ajudar com as minhas malas? –perguntei, me pondo de pé.

-Não –respondeu, sorrindo.

-Por que não? –perguntei, espantada.

-Eu volto a repetir, como você mesma disse, você não precisa de ajuda.

-ARGH! –eu bufei, e levei minhas malas para o segundo andar. Bom, pelo que eu me lembrava, o meu quarto era um dos ultimo do corredor, então, eu entrei no da esquerda.

Assim que eu entrei, eu larguei minhas malas em qualquer lugar, e fui para o banheiro para tomar um banho. Sim, meu quarto era uma suíte, graças a Deus!

Depois de algum tempo de baixo da água quente e relaxante do chuveiro, eu sai enrolada em uma toalha.

-O que você esta fazendo aqui? –perguntei, assim que eu vi Edward sem camisa na minha frente.

Ele me olhou de cima a baixo, fazendo uma pausa ao olhar para as minhas pernas, e respondeu:

-Eu estou no meu quarto, o seu é o da frente –sorriu torto. Com certeza minhas bochechas devem estar atingindo altos níveis de vermelho agora, pois eu as sentia em chamas.

-Isso é que da não querer me ajudar, se você tivesse trazido minhas malas aqui pra cima, eu nunca teria me confundido de quarto, e nós não estaríamos passando essa gigantesca vergonha –eu disse desviando o olhar do dele e olhando para o seu perfeito peitoral e abdômen surpreendentemente definidos.

-Na verdade eu não estou envergonhado, eu estou muito satisfeito –respondeu ele, sorrindo de canto.

-Eu nem vou perguntar o que você está pesando. O meu quarto é o da frente não é?

-É sim –respondeu, passando por mim, e deitando na cama.

-ARGH! –bufei, pegando minhas malas, novamente e as levando para o meu quaro.

-Vê se não erra de novo, é o da frente, e não o do lado –disse ele, debochado.

-Estúpido –eu o respondi, batendo a porta. Eu então fui em direção ao quarto da frente, larguei minhas malas em qualquer lugar e me joguei na cama.

Quando eu estava quase dormindo, alguém bateu na porta.

-Entra –gritei, eu estava tão cansada, que não agüentava nem me levantar para abrir a porta.

-Isabella eu... –Edward ia dizendo, mas parou ao me ver.

-Fala logo Cullen, eu to cansada.

-É...é...é... é melhor deixar pra lá –disse, fechando a porta.

-Ele é maluco, só pode.

-A, Isabella, eu acho melhor você colocar uma roupa e descer –disse ele enfiando a cabeça pra dentro do meu quarto.

-Por que descer? –perguntei, confusa.

-Por que nós temos visitas –respondeu.

-Visitas? –perguntei pra mim mesma, mas ele ouviu.

-É, e elas já estão aqui em baixo, então se veste logo –respondeu, fechando a porta do meu quarto e me deixando completamente atônita em meu quarto.

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